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. . . . CARÊNCIA Entrego meu corpo perdido Nos braços do vento da noite Vaguei perdida nessas noites sem lua À procura de teu corpo adoentado Implorei a lua Que clareasse a janela de teu quarto Clamei ao vento que lhe soprasse uma canção preferida Chorei para que as estrelas me levassem a seus braços E nessa procura incessante em meio a apelos e pedidos Consegui apenas que a brisa tocasse de leve no seu ouvido O meu pedido a você E o vento lhe sussurrou meu clamor Envolva-me em seus braços Não me deixe fora de seu caminho E quando os fantasmas da solidão chegarem Espere pelo vento da saudade Ele lhe trará meu perfume e meus desejos Anseie pelo vento Nele estará contida a vida que existe entre nós Ouço os apelos do vento. . (Sonia Santos - Junho/2002) |
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HP atualizada: 16/01/2004