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. . . . VIANDANTE Cai a chuva fina de inverno Em meio a luzes de néon Um viandante segue alheio Tento fitar seu olhar Em sua face rolam lágrimas Fico a imaginar em que ele se perdeu Será que foi por amor Suas lágrimas gelam m'alma O viandante segue em passos errantes Anda como se equilibrasse em uma corda Entre faróis e buzinas intermitentes Vai desfilando sua melancolia Pressinto que o viandante profere algumas palavras Não as entendo Mas imagino que são palavras de amor ditas ao vento Palavras a um amor do passado Palavras a um amor inacabado Aquele personagem segue em frente Aguardando a boca da noite se abrir É na escuridão da noite que ele se abriga Desse modo imagino a vida desse pobre viandante Que na solidão da noite escura Esconde sua agonia mundana Nas longas noites e de bar em bar Sufoca a dor da desilusão vindoura. (Sonia Santos - Junho/2002) |
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HP atualizada: 16/01/2004