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. . .. MANHÃS DE INVERNO Da janela semi-aberta me enamoro do mar Aquele que por capricho enfeita meu amanhecer de inverno Esse mar que se exibe entre a lividez das manhãs Mar que se agita em meio a nossa aparição ainda adormecida Assim sendo, o mar nos brinda com as brumas sobre ondas Nosso corpo toca docemente esse belo alvorecer de inverno Essa oferenda da natureza que enseja a todo amanhecer Um musical em suas águas impetuosas Mar, tu que és tão belo! Permita-me invadir suas águas Carregue- me em seus braços Mar que se abandona às mãos cálidas da noite Mar, aquele que torna a nós e a terra mais dócil. Mar, visão preferida dos deuses do Olimpo. . (Sonia Santos - Junho/2002) |
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HP atualizada: 16/01/2004