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. . . . JANELA DA NOITE Debruçada na janela da noite Espreito a madrugada Qual fogosamente se enrosca na noite Um ruído de estrelas rompe adentrando minha janela Dos vultos que passeiam em minha noite Ouço somente o ruído de seus passos Não os reconheço Meus pensamentos bailam seguindo o som da noite Meu corpo na janela da noite se descobre debruçado. (Sonia Santos - Junho/2002). |
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HP atualizada: 16/01/2004