Janela da Noite

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   JANELA DA NOITE

 

Debruçada na janela da noite

Espreito a madrugada

Qual fogosamente se enrosca na noite

Um ruído de estrelas rompe adentrando minha janela

Dos vultos que passeiam em minha noite

Ouço somente o ruído de seus passos

Não os reconheço

Meus pensamentos bailam seguindo o som da noite

Meu corpo na janela da noite se descobre debruçado.

             (Sonia Santos - Junho/2002).

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