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. CONFESSO . Essa minha quietação infinita Aquela qual perturba a alma E incomoda minha calma Esses espíritos que se abrigam em meu corpo Essa alma inconseqüente Confesso Necessito abandonar as amarras de meu temor Soltar as garras que prendem meu espírito Fazer valer a coragem de meu destino Conviver no sentido de minhas vontades Confesso Sou a provedora desse meu amargurar lento Vivo a procurar o supremo dom do saber Vivo a busca da crença inexistente Percorro os extremos da minha mente Todos os meus sentidos encontram-se arrebatados. (Sonia Santos - Maio/2002)
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HP atualizada: 16/01/2004