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. . . . MEU SUAVE AMOR . . Por madrugadas adentro Foste o alento desse meu corpo sedento Deixaste as mãos pousadas em meu ventre E dentro dele deixastes O sândalo de seus carinhos Noite após noite Quando meu corpo se agita despudoradamente És o suave amor que abranda meu ardor Minha criança, meu doce vampiro Siga-me por toda a madrugada Ampara meu corpo nas manhãs Meu menino, meu suave amor Teço com meu corpo Um manto para lhe abrigar E quando em nossas noites Rompe meu desejo por você Afagas e afogas meu corpo dentro do seu. .. (Sonia Santos - Maio/2002)
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HP atualizada: 16/01/2004