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. . . LEMBRANÇAS . . Não sei de que lugares saíram Não sei aonde querem chegar Apenas almejam me incomodar Não
consigo aquieta-las Não sigo adormece-las Surgem às vezes do nada Vivem das madrugadas Nas intermináveis horas de solidão Aportam em meu corpo E sufocam alma e coração Como seria bom não pensar Vivo a procura das boas lembranças Mas o que apenas consigo e adormece-las E mesmo dormindo Vivem em meu tormento. (Sonia Santos - Maio/2002)
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HP atualizada: 16/01/2004