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. . . Brisa da manhã . Procuro-lhe nas caricias ternas das manhas Meu corpo sente a falta de tua presença Minha alma debela o brado Minha alma lamenta ante a aflição de meu peito A correnteza de pensamentos passa alterando meu alento Reúno a seiva que resta em minha ternura Essa agonia oculta, explode em minha garganta Seu vulto se torna balsamo para minha aflição Unicamente a aura do alvorecer Ocasiona alento para esse corpo inerte Corpo que suga sua presença lasciva Choro lagrimas ao sabor da brisa
Brisa da madrugada, amante da solidão. Mensageira das ilusões sentida Guardiã de meu corpo deserto Brisa, aura, sopro e ventania.
(Sonia Santos - Maio/2002)
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HP atualizada: 16/01/2004